domingo, 17 de outubro de 2010

Espaços e caminhos da dança

Em 08/09/2010 refletimos sobre como a dança, enquanto representação artística e cultural encontra-se disseminada na cidade de Belém, quais são os partícipes desse contexto sejam eles instituiões ou pessoas na figura de coreógrafos, professores e dançarinos e verificamos também quais os organismos políticos responsáveis pelo campo das Artes.
A importancia dessa discussão repercute em nossa pesquisa, na medida em que se faz necessário conhecer e reconhecer para poder pesquisar. Assim, os lugares mencionados foram dos mais famosos aos que talvez não se imaginasse encontrar tal arte, como exemplos posso citar Os Teatros, como o Teatro da Paz, O Margarida Schivazapa no Centur, o Maria Silvia Nunes na Estação das Docas, O Gabriel Hermes no Sesi, O Gasômetro no Park da Residência, o Waldemar Henrique , e outros espaços como o Curro Velho, São José liberto, Sesc Doca, Sesc Bolevard, Hangar, Bosque Rodrigues Alves, Quadra do Bole-bole, Rancho, Aldeia Cabana e determinadas Praças Públicas como por exemplo a Praça do Jaú onde podemos encontrar um grupo de hip hop treinado. Obiviamente existem lugares que nos oferecem a oportunidade de praticar alguma dança e outros que nos convidam a assistir um espetáculo, para conhecermos o trabalho de C&As e Coreógrafos Paraenses ou não. É Interessante notarmos que além desses espaços existem organizações políticas responsáveis pelas políticas públicas voltadas para a arte e que tem o poder de viabilizar ou não um espetáculo, até porque a Cultura sempre fica em último plano quando se fala em recursos públicos. Então, temos FUNARTE, SECULT, FUMBEL entidades que devem ser o foco de associações como APAD. A Partir disso identifico a importância da organização política  que para nós estudantes pareça não ter tanto pêso nesse momento de nossas vidas. E que também pode ser tema de nossas futuras pesquisas.               

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